

Lamentos
Foges como a brisa da noite
Esconde-se no tormento da minha agonia
Levas-me a loucura quando me vejo coberta (o) de desejos
Porque teu semblante me causa tamanha apreensão
Sou uma causa sem justificativas quando estou ao seu lado
Pareço-me outra pessoa
O que seria amar para os que amam?
Torna-se uma outra alma!
Porque mudei tanto ao longo deste amor?
Mas não me tornei uma farsa
Sinto-me diferente em todos os sentidos
Mas nada que mude o que sou realmente
Minha essência continua a mesma, mas com um toque de mudança.
O amor é mesmo um mistério.
Para os que amam ele é um labirinto sem fim
E eu uma eterna (o) amante deste sentimento
Pois encontrei em teu amor as respostas para a minha felicidade
Não se afaste de quem tanto lhe ama
Eu sei que posso e quero lhe fazer feliz pra sempre.
Sheila Pessoa
21/07/07
Essa tal de saudade!
Saudade que dói profundamente quando quer...
Quando é persistente consome por dentro
É uma dor incomum
Não há ferimentos
Mas doe com uma força surpreendente
Uma dor aguda e profunda no coração
A saudade invadir a alma ferindo-a
É tão estranha essa tal de saudade
Basta um reencontro
Uma lembrança viva
Uma palavra amena
Um sorriso dado
Um abraço apertado
E basta para que ela desapareça aos poucos
Saudade que é teimosa quando quer ser
Mas às vezes uma grande ajudante
Ah...Saudade que proporciona um reencontro mais intenso
Uma felicidade indescritível quando ela se vai completamente
Assim é essa tal de saudade!
Autora: Sheila Pessoa
Ano: 2007


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