sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Sheila Pessoa




Lamentos






Foges como a brisa da noite

Esconde-se no tormento da minha agonia

Levas-me a loucura quando me vejo coberta (o) de desejos

Porque teu semblante me causa tamanha apreensão

Sou uma causa sem justificativas quando estou ao seu lado

Pareço-me outra pessoa

O que seria amar para os que amam?

Torna-se uma outra alma!

Porque mudei tanto ao longo deste amor?

Mas não me tornei uma farsa

Sinto-me diferente em todos os sentidos

Mas nada que mude o que sou realmente

Minha essência continua a mesma, mas com um toque de mudança.

O amor é mesmo um mistério.

Para os que amam ele é um labirinto sem fim

E eu uma eterna (o) amante deste sentimento

Pois encontrei em teu amor as respostas para a minha felicidade

Não se afaste de quem tanto lhe ama

Eu sei que posso e quero lhe fazer feliz pra sempre.



Sheila Pessoa

21/07/07




Essa tal de saudade!




Saudade que dói profundamente quando quer...

Quando é persistente consome por dentro

É uma dor incomum

Não há ferimentos

Mas doe com uma força surpreendente

Uma dor aguda e profunda no coração

A saudade invadir a alma ferindo-a

É tão estranha essa tal de saudade

Basta um reencontro

Uma lembrança viva

Uma palavra amena

Um sorriso dado

Um abraço apertado

E basta para que ela desapareça aos poucos

Saudade que é teimosa quando quer ser

Mas às vezes uma grande ajudante

Ah...Saudade que proporciona um reencontro mais intenso

Uma felicidade indescritível quando ela se vai completamente

Assim é essa tal de saudade!



Autora: Sheila Pessoa

Ano: 2007

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